No cerrado de Mato Grosso, o pulverizador autopropelido trabalha em janelas curtas e com muitas horas por dia. O sistema hidráulico comanda quase tudo na máquina, e uma falha nele interrompe a aplicação no momento mais crítico.
Onde está a hidráulica do pulverizador
- Abertura, fechamento e dobra das barras;
- Altura e nivelamento das barras;
- Suspensão e ajuste de bitola;
- Direção;
- Transmissão hidrostática;
- Em alguns modelos, a bomba de calda.
Barras e dobras
Os cilindros das barras trabalham expostos à calda, poeira e sol. Inspecione hastes (riscos e corrosão), vazamentos e as mangueiras que acompanham as articulações. Mangueiras nas dobras sofrem flexão constante e precisam de folga adequada e proteção.
Suspensão e bitola
Cilindros de suspensão e de bitola devem segurar posição. Máquina "baixando" parada indica vazamento interno em cilindro ou válvula de bloqueio.
Transmissão hidrostática
Perda de força em subidas, aquecimento e ruído pedem medição de pressões. Veja os sinais de desgaste da hidrostática.
Cuidados na lavagem
Jato de alta pressão direto em retentores, engates e conectores elétricos das válvulas força a entrada de água e resíduos de defensivo no sistema.
Revisão do pulverizador em LRV
A Prensso Forte atende pulverizadores autopropelidos em Lucas do Rio Verde e região. Veja os serviços para o agro.



