A transmissão hidrostática é o "câmbio" da colheitadeira e do pulverizador autopropelido. Uma falha nela no meio da colheita da soja em Lucas do Rio Verde para a máquina e pode exigir guincho. A boa notícia é que o desgaste dá sinais antes.
Como funciona a hidrostática
Uma bomba de pistões de vazão variável envia óleo a um motor hidráulico num circuito fechado. Uma bomba de carga menor repõe o óleo que vaza para o dreno e mantém o circuito pressurizado e resfriado.
6 sinais de desgaste
- Perda de força em subida ou com o graneleiro cheio;
- Resposta lenta à alavanca;
- Aquecimento do óleo acima do normal;
- Ruído de chiado na bomba ou no motor;
- Máquina "andando" em neutro;
- Filtro saturando rápido ou com partículas metálicas.
O que medir
- Pressão de carga (charge) com o óleo quente;
- Pressões de alta nos dois sentidos;
- Vazão de dreno da bomba e dos motores;
- Temperatura de trabalho e condição do arrefecedor.
Essas medidas mostram o desgaste antes da quebra, e é por isso que recomendamos o check-up na entressafra.
Depois do reparo
Quando uma bomba ou motor falha, limalha circula pelo circuito fechado. Após o reparo é obrigatório limpar o sistema, trocar filtros e o óleo. Caso contrário, o componente novo se desgasta rapidamente.
Check-up de transmissão hidrostática
Veja o serviço de transmissão hidrostática da Prensso Forte em Lucas do Rio Verde.



