A transmissão hidrostática move colheitadeiras, pulverizadores autopropelidos, pás carregadeiras e muitas máquinas de construção. Ela é formada por uma bomba de pistões de vazão variável e um ou mais motores hidráulicos, num circuito fechado. É um sistema eficiente, mas que depende de óleo limpo e pressões corretas para funcionar.
Sintomas de problema na transmissão hidrostática
- Máquina perde força em subidas ou com o graneleiro cheio;
- Demora para responder à alavanca ou ao pedal;
- Óleo hidráulico aquecendo acima do normal;
- Ruído de "chiado" ou "uivo" na bomba ou nos motores;
- Máquina "anda sozinha" com a alavanca em neutro.
O que avaliamos
- Pressão de carga (charge): a bomba de carga repõe o óleo do circuito fechado; se ela falha, todo o sistema sofre;
- Pressões de alta nos dois sentidos de deslocamento;
- Vazamento para o dreno (case drain) da bomba e dos motores: é o melhor indicador de desgaste interno;
- Filtros, arrefecedor de óleo e condição do fluido;
- Regulagem do neutro e do controle de deslocamento.
Na transmissão hidrostática, uma falha de componente espalha limalha por todo o circuito fechado. Depois de reparar uma bomba ou um motor, a limpeza do sistema e a troca de filtros são obrigatórias.
Antes da safra, não depois
Medir pressões e vazamento de dreno na entressafra mostra o desgaste antes da quebra. Para frotas de colheitadeiras e pulverizadores em Lucas do Rio Verde e região, esse check-up evita parada no pico da colheita.
Perguntas frequentes sobre transmissão hidrostática
Minha colheitadeira perde força na subida. É a hidrostática?
Pode ser, mas também pode ser filtro, pressão de carga baixa ou regulagem. Medimos as pressões para identificar a causa antes de indicar reparo.
Vocês fazem check-up da transmissão hidrostática antes da safra?
Sim. Medimos pressões de carga e de trabalho, vazamento de dreno e condição do óleo para antecipar falhas.

